Beija-flor preto
OS BEIJA-FLORES
Também são conhecidos como colibri, chupa-flor e guainumbi (tupi - "guirá-mimbig" = ave cintilante).
Pertencem a família TROCHILIDAE, divididos em cinco subfamílias: FLORISUGINAE, PHAETHORNITHINAE, POLYTMINAE, LESBIINAE e TROCHILINAE. Em Niterói ocorrem representantes de 3 das 5 subfamílias (Tabela 1).
O comprimento total dos beija-flores varia de 5 cm (Calypte helenae) a 23
cm (Patagona gigas). Estas espécies não ocorrem no Brasil. Calypte é endêmica de Cuba e Patagona é ave dos Andes.
O menor beija-flor brasileiro é o topetinho-vermelho (Lophornis magnificus) com 6,5 cm de comprimento, e o maior é o beija-flor-brilho-de-fogo (Topaza pella) da região amazônica.
O bico dos beija-flores é do tipo circular, também conhecido como “terete”, um termo adotado da botânica para designar uma secção circular, como se fosse um canudo de refresco. Bico de comprimento variável, fino, reto (às vezes curvado para cima, ou para baixo), cilíndrico (às vezes comprimido). Cauda de forma variável. Asas longas, planas, pontiagudas, secundárias extremamente curtas. Pés pequenos, fracos, tarsos sem penas ou com penas e não mais longos que o dedo médio com unha, hálux grande e incumbente, três dedos anteriores de comprimentos diferentes, unhas fortemente curvadas e agudas. Plumagem compacta, coloração brilhantemente metálica em ambos os sexos, mas menos nas fêmeas.
Os
beija-flores são considerados pequenas maravilhas aladas, embora sejam aves
bastante belicosas e persistentes na defesa de seus territórios e áreas de
alimentação. O beija-flor tesoura, por exemplo, persegue com determinação as
aves que se aproximam da garrafa de alimentação a qual está acostumado.
Apresentam
um notável brilho na plumagem e são frequentemente adornados com cristas
elaboradas, babados e caudas incomuns. Em muitas espécies a plumagem é
altamente iridescente, mas apesar da coloração brilhante, algumas parecem quase
negras com pouca luz.
São
encontrados apenas nas Américas e ocorrem do Alasca à Terra do Fogo, sendo mais
abundantes nos trópicos. Ocupam todo tipo de ambiente; desertos, florestas e
campos abertos, desde o nível do mar até os Andes.
Seu
poder de voo é admirável. As asas batem tão rapidamente que são praticamente
invisíveis quando pairam imóveis diante de uma flor. São capazes de disparar
para trás ou em qualquer direção de forma brusca.
Alimentam-se de néctar e insetos minúsculos.
São
comuns nas cidades frequentando os jardins e quintais das residências. O “boom”
imobiliário que vem ocorrendo em Niterói está afastando os beija-flores das
áreas urbanas e algumas espécies como o beija-flor-preto é muito difícil de ser
visto atualmente.
Em Niterói ocorrem pelo menos oito espécies de beija-flor, listadas na Tabela 1, abaixo.
|
SUBFAMÍLIA |
ESPÉCIE |
NOME
POPULAR |
|
Florisuginae |
Florisuga
fusca |
Beija-flor-preto |
|
Phaethornithinae |
Phaethornis
ruber |
Besourinho-da-mata |
|
Glaucis
hirsutus |
Balança-rabo-de-bico-torto |
|
|
Trochilinae |
Chlorostilbon
lucidus |
Besourinho-de-bico-vermelho |
|
Thalurania
glaucopis |
Beija-flor-de-fronte-violeta |
|
|
Eupetomena
macroura |
Beija-flor-tesoura |
|
|
Chionomesa
fimbriata |
Beija-flor-de-garganta-verde |
|
|
Chlorestes
cyanus |
Beija-flor-roxo |
Para saber mais sobre os ninhos dos beija-flores veja
https://blogalinaceus.blogspot.com/2026/06/os-tipos-de-ninhos-dos-beija-flores.html
Ninho tipo I
O ninho do tipo I tem forma alongada com um prolongamento em forma de cauda a partir da base da câmara de incubação. É confeccionado com fibras deixando perceptível o interior da câmara através da rede formada pelas fibras das folhas de palmeiras. Usa teia de aranhas para fixar o material (fragmentos de folhas e gravetos) que forma a cauda do ninho.
Ninho tipo II
O ninho do tipo II é semelhante ao tipo I, com prolongamento que parte do corpo da câmara de incubação, sendo, porém construído de material macilento e compacto e não de fibras, tendo musgos, liquens, fragmentos de folhas e ramos fixados à parede externa com teia de aranhas.
Os ninhos dos tipos I e II ficam pendurados na extremidade das folhas de samambaias, palmeiras e helicônias.
Ninho tipo III
O ninho do tipo III tem formato de tigela sem prolongamentos em forma de cauda, confeccionado de material macilento, todo fixado externamente com teias de aranhas. As paredes externas podem ser nuas, parcialmente ou totalmente cobertas de liquens. Ao contrário dos outros dois tipos, este tipo de ninho é construído sobre ramos horizontais, nas forquilhas ou na junção com ramos verticais. Neste tipo está incluída a maioria dos ninhos de beija-flores. O ninho do tipo III tem quatro subtipos.
1º subtipo
Neste
subtipo estão incluídos os ninhos confeccionados exclusivamente com material
macilento, como paina de Thypa, Bombax, Chorisia, Bromeliaceae, Gramineae e
Compostas. Esse material é fixado com teias de aranha nas paredes externas do
ninho. Geralmente são construídos no centro do limbo foliar de plantas com
folhas consistentes e estendidas horizontalmente. Não há liquens fixados nas
paredes externas.
2º subtipo
Neste
subtipo estão incluídos os ninhos confeccionados de madeira em decomposição e
elaborado com a saliva das fêmeas, o que dá a esses ninhos um aspecto
celulósico, sem ornamento externo nas paredes a não ser teia de aranha para
melhor fixação e consistência. Não há liquens fixados nas paredes externas.
3º subtipo
Neste
subtipo o ninho é todo confeccionado de musgo, sem qualquer outro material,
sendo fixado com teia de aranhas e a mucosidade que a fêmea produz. Comum nas
espécies das regiões andinas.
4º subtipo
Neste
subtipo os ninhos são confeccionados exclusivamente de material macilento, como
lã de animais, como as ovelhas. Na parte interna da câmara oológica usam plumas
de aves. O material é fixado nas paredes externas do ninho com teia de aranhas
e a mucosidade fabricada pelas fêmeas. Podem ter formato alongado e a câmara
oológica é bastante profunda. São fixados às paredes das rochas no interior de
cavernas ou reentrâncias rochosas.
Ninho tipo IV
Neste tipo estão incluídos os ninhos de formato esférico com um orifício de entrada lateral. É confeccionado de fibras de plantas e de finíssima espessura, com pouco musgo. Às vezes têm a parte posterior mais alongada, tornando-se mais cilíndrico. Tem um material mais macilento no interior da câmara.
STATUS DE ABUNDÂNCIA
A frequência de
uma espécie pode variar localmente. A abundância informada busca retratar uma
média no Estado do Rio de Janeiro.
CM = Comum
QC = Quase comum
ICM = Incomum
LC = Localmente
comum
RR = Rara
DD = dado desconhecido
Possibilidade de encontrar a espécie em uma saída de campo, baseado em nossa experiência.
AA (alta); MA (muito alta); BA (baixa); MB (muito baixa); RE (remota); IM (improvável).
STATUS DE OCORRÊNCIA
R = Residente
RINV = Residente
invasor
RINT = Residente
introduzido
V = Vagante
VN = Visitante
do Norte
VS = Visitante
do Sul
PL = Pelágico
DD = Dado desconhecido
STATUS DE CONSERVAÇÃO
EXT = Espécie
provavelmente extinta
CP =
Criticamente em perigo
P = Em perigo
V = Vulnerável
PA =
Provavelmente ameaçada
QA = Quase
ameaçada
PE = População
estável
DD = Dado
desconhecido
OS BEIJA-FLORES DE NITERÓI
BALANÇA-RABO-DE-BICO-TORTO
Rufous
breasted Hermit
Glaucis hirsutus
Trochilidae/Phaethornithinae
Florestas
de baixada, nas encostas até 600 m de altitude e na capoeira alta. Floresta
tropical, floresta secundária. Borda de floresta, riachos, manguezais,
pântanos, pastagens, pradarias arbustos densos, moitas de Heliconia, bosques.
Solitário, empoleira-se baixo, raramente em galhos altos.
Alimenta-se
de néctar e pequenos artrópodes.
O
ninho é do tipo 1 de Ruschi, construído na face inferior de folhas grandes como
a das palmeiras e bananeiras. É um ninho de paredes finas, confeccionado com
pedaços de plantas e adornado com liquens e fragmentos vegetais. O ninho mede
30,5 cm de altura, 28 cm de profundidade, com diâmetro externo de 5,4 e interno
de 3,1 cm. Os ovos pesam 0,76 g e medem 15,5 – 16,0 X 9,0 – 10,0 mm, e são
incubados por 16-17 dias. Os filhotes deixam o ninho com 22 dias de idade.
BEIJA-FLOR-PRETO
Black
Jacobin
Florisuga fusca
Trochilidae/Florisuginae
Trata-se
de um endemismo de habitats florestais do leste do Brasil, do sul ao nordeste
da Argentina, em uma faixa bastante estreita ao longo do litoral.
Pode
ser visto nos jardins e praças nas áreas urbanas e também nas beiradas de matas
e capoeiras. Costuma pousar nas copas de arvores altas.
Alimenta-se
do néctar das flores de diversas espécies tanto nativas como introduzidas.
Ocasionalmente pode ocorrer em grupos grandes de mais de 10 indivíduos em
locais com abundância de néctar. Pequenos invertebrados como aranhas, também
fazem parte de sua alimentação.
Na
confecção do ninho utiliza paina e teias de aranha. O ninho tem formato de
tigela, fixada na vegetação. É um ninho do tipo III na classificação de Augusto
Ruschi. A postura pode conter 1ou 2 ovos brancos, as vezes com tons rosados
pálidos.
BEIJA-FLOR-DE-FRONTE-VIOLETA
Violet-capped
Woodnymph
Thalurania
glaucopis
Família
Trochilidae/Trochilinae
Habita matas e cerrados, fazendo pequenas migrações locais. Ocorre nas grandes cidades, sendo abundante, por exemplo, no Rio de Janeiro.
Alimenta-se
de néctar e insetos, atuando como importantes polinizadores.
O
ninho é do tipo III, subtipo 1 da classificação de Augusto Ruschi, construído
de material macilento, como paina da taboa, gramíneas e bromélias, e as paredes
externas são cobertas com escamas do samambaiaçu e líquens verde-acinzentados
fixados com teias de aranha, com formato de tigela fixada em um ramo horizontal
entre 1,5 a 3,0 metros do solo.
A
postura consta de dois ovos brancos que são incubados durante 15 dias e os
jovens permanecem no ninho até os 25 dias de idade. Os cuidados com a prole, a
construção do ninho e a incubação são encargos da fêmea.
BEIJA-FLOR-DE-GARGANTA-VERDE
Glittering-throated
emerald
Chionomesa
fimbriata
Família
Trochilidae/Trochilinae
CM/R/PE/AA.
9 cm.
A
fêmea é semelhante ao macho, porém mais fosca.
Ocorre
nas áreas de florestas halófilas das restingas e na faixa de influência
marítima litorânea. Adapta-se à vida nas cidades onde frequenta parques e
jardins.
Alimenta-se
de néctar das flores e ingere alguma porção de pólen enquanto suga o néctar,
mas também captura insetos na vegetação ou no ar. Utiliza as flores das
bromélias, cactos, flamboyants, helicônias e hibiscos. Busca também as flores
dos cítricos, como as laranjeiras.
O
ninho é do tipo III, 2º subtipo da classificação de Augusto Ruschi, ou seja, em
formato de tigela ornamentado de líquens ou fragmentos de madeira em suas
paredes externas, com 5,4 centímetros de altura e diâmetro externo de três centímetros, construído em forquilhas
dos ramos mais finos. A postura consta de dois ovos brancos, que são incubados
durante 15 dias, e após a eclosão os filhotes permanecem no ninho por 25 dias.
A época de reprodução vai de novembro a abril.
BEIJA-FLOR-ROXO
White-chinned
sapphire
Chlorestes cyanus
Família
Trochilidae/Trochilinae
Habita originalmente a floresta alta, cerrados, capoeiras e campos arborizados, podendo ser encontrados em cidades como Niterói e Rio de Janeiro. Faz pequenas migrações locais em busca de alimento.
Alimenta-se
de néctar e pequenos insetos e tem preferencia por flores de trepadeiras.
Visita também as bromélias, as leguminosas e os hibiscos nas cidades.
O
ninho é do tipo III, 2º. subtipo da classificação de A Ruschi. É uma tigela
ornamentada com líquens e fragmentos de madeira na parte externa, construído em
um ramo horizontal ou de pouca inclinação, a uma altura que vai de 1,5 a 4,0
metros do solo. A postura é de dois ovos brancos que são incubados por 14 a 15
dias, e os filhotes permanecem no ninho por 26 dias.
BEIJA-FLOR-TESOURA
Swallow-tailed
hummingbird
Eupetomena macroura
Trochilidae/Trochilinae
A fêmea é igual ao macho, porém é menor.
Ocorrem
dentro das cidades, nos jardins, campos e nas bordas de mata não penetrando na
floresta.
É
bastante belicoso disputando acirradamente as flores e as garrafinhas com
néctar que são colocadas nas varandas das casas. Conseguem expulsar outros
beija-flores e até mesmo outras aves como as cambacicas (Coereba).
É
um ninho do tipo III, espesso forrado de paina, adaptado a um galho fino e não
muito protegido, e a postura de dois ovos brancos ocorre de outubro a maio.
Esta espécie pode ser vista copulando a partir do mês de agosto.
BESOURINHO-DA-MATA
Reddish
hermit
Phaethornis ruber
Trochilidae/Phaethornithinae
CM/R/PE/MB. 7,5 CM.
Habita
florestas, bosques, bordas de mata, bosques, matas, savanas, áreas em
recuperação e nas cidades em parques e jardins. Foi visto no jardim em casa
(Santa Rosa) em 01/03/2014, e novamente em 23/12/2017, 2 indivíduos. Procuram
as flores do camarão-vermelho (Justicia
brandegeana), uma Acanthaceae muito
comum nos jardins.
Geralmente
solitário, forrageia nos ramos inferiores e médios da vegetação. A alimentação
consiste de néctar de flores, porém complementa com pequenos artrópodes.
Ninho
do tipo II, de aspecto cônico com uma espécie de cauda pendente, suspenso em
folhas de palmeiras e outras árvores. Utilizam painas e outros materiais vegetais
delicados. A postura consta de 2 ovos brancos elípticos.
BESOURINHO-DE-BICO-VERMELHO
Glittering-bellied
emerald
Chlorostilbon
lucidus
Trochilidae/Trochilinae
Foto M Lemos
A
alimentação, como de todo beija-flor é composta basicamente de néctar
complementada com pequenos insetos e aranhas.
O ninho é do tipo III, subtipo 2 da classificação de Augusto Ruschi, em formato de tigela ornamentado com líquens ou fragmentos de folhas e madeira nas paredes externas. Mede 6,4 centímetros de altura e 5,8 centímetros de diâmetro externo. A postura é de dois ovos brancos elípticos que são incubados durante 10 a 14 dias, e os filhotes abandonam o ninho com 20 a 23 dias de idade.
CHAVE ARTIFICIAL PARA IDENTIFICAÇÃO VISUAL DOS
BEIJA-FLORES DE NITERÓI (MACHOS)
I.
COR
PREDOMINANTE
1.
Preto
2.
Azul
3.
Verde
4.
Canela
II.
BICO
1.
Curvo
2.
Ligeiramente
curvo
3.
Reto
III.
CAUDA
1.
Graduada
(as retrizes tornam-se gradualmente mais compridas da borda para o meio da
cauda, de ambos os lados).
2.
Forcada
(as retrizes tornam-se mais curtas das bordas para o meio da cauda, em ambos os
lados, lembrando uma tesoura).
3.
Acentuadamente
forcada (tesoura)
4.
Reta
(não existe diferença acentuada no comprimento das retrizes).
IV.
TAMANHO
1.
Pequeno (de 8,5 cm para menos)
2.
Médio (mais de 8,5 cm até 12,0 cm)
3.
Grande (de 12,0 cm para mais)
Tabela 2. Quadro resumo para complementar a chave das espécies avistadas em
Niterói
|
Espécie |
Cor
predominante |
Bico |
Cauda |
Tamanho |
|
Florisuga fusca |
Preto |
L.
curvo |
Reta |
Grande |
|
Phaethornis ruber |
Canela |
Curvo |
Graduada |
Médio |
|
Glaucis hirsutus |
Verde |
Curvo |
Graduada |
Médio |
|
Chlorostilbon lucidus |
Verde |
Reto |
Forcada |
Pequeno |
|
Thalurania glaucopis |
Verde |
L.
curvo |
Forcada |
Médio |
|
Eupetomena macroura |
Azul |
Reto |
Tesoura |
Grande |
|
Chinomesa fimbriata |
Verde |
Reto |
Reta |
Médio |
|
Chlorestes cyanus |
Azul |
Reto |
Forcada |
Médio |
Tabela 3. Biometria dos beija-flores que ocorrem em Niterói
|
Espécie |
Sexo |
Peso (g) |
C. Total (mm) |
Asa (mm) |
Cauda (mm) |
Bico (mm) |
|
Florisuga fusca |
♂ |
9 |
128 |
85 |
48 |
21 |
|
Florisuga fusca |
♀ |
7 |
128 |
79 |
41 |
21 |
|
Phaethorns ruber |
♂ |
2,2 |
91 |
35 |
32 |
21 |
|
Phaethornis ruber |
♀ |
1,8 |
|
|
|
|
|
Glaucis hirsutus |
♂ |
9 |
115 |
63 |
39 |
33 |
|
Glaucis hirsutus |
♀ |
7 |
113 |
56 |
36 |
31,5 |
|
Chlorostilbon
lucidus |
♂ |
3 |
85 |
48 |
31,5 |
16,5 |
|
Chlorostilbon
lucidus |
♀ |
|
|
|
|
|
|
Thalurania
glaucopis |
♂ |
5 |
109 |
62 |
52 |
19 |
|
Thalurania
glaucopis |
♀ |
4 |
99 |
55 |
36 |
19 |
|
Eupetomena macroura |
♂ |
9 |
168 |
78 |
90 |
21 |
|
Eupetomena macroura |
♀ |
6 |
154 |
62 |
70 |
23 |
|
Chionomesa
fimbriata |
♂ |
6 |
108 |
62 |
35 |
22 |
|
Chionomesa
fimbriata |
♀ |
|
|
|
|
|
|
Chlorestes cyanus |
♂ |
3 |
84 |
50 |
27 |
17,5 |
|
Chlorestes cyanus |
♀ |
2,8 |
82 |
46 |
26,5 |
17,5 |
OBRAS CONSULTADAS
BUSTOS, A; et al. Beija-flores: os cúpidos da Mata Atlântica. Interações de seis espécies de beija-flores em Santa Tereza ES: guia de campo. Curitiba: INMA, 2020. 28p.
CARVALHO, C. T. Notas biológicas sobre Chlorestes notatus Reich. (Aves. Trochilidae). Boletim do Museus Paraense Emílio Goeldi. Zoologia, n.18, p.1-17, 1958.
GAGLIARDI, R. Lista das aves do Estado do Rio de Janeiro –
Versão 2011/1. Disponível em https://www.ceo.org.br/listas_de_aves/rj-gagliardi.pdf
GRANTSAU, R. Os beija-flores do Brasil. Uma chave de identificação para todas as formas de beija-flores do Brasil. Rio de Janeiro: Expressão e Cultura, 1988. 234p.
RUSCHI, A. Beija-flores do Brasil. Boletim do Museu de Biologia “Prof. Mello Leitão”. Série Zoologia, n.75, 1973.
RUSCHI, A; GREENEWALT, C. H. Beija-flores. Vitória: Museu de Biologia “Prof. Mello Leitão”, 1973. 175p.
RUSCHI, A. Beija-flores do Estado do Espírito Santo. São Paulo: Editora Rios, 1982. 263p.
RUSCHI, A. Aves do Brasil. Vol. IV. Beija-flores 1. Rio de Janeiro: Expressão e Cultura, 1986a. 206p.
RUSCHI, A. Aves do Brasil. Vol. V. Beija-flores 2. Rio de Janeiro: Expressão e Cultura, 1986b. 245p (207-452).
SICK, H. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, 1997. 912p. Beija-flores: Família Trochilidae, p.433-466.
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